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CotidianoLongevidade

Você é curioso?

Publicado 23 de fevereiro de 2026 15 minutos de leitura
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Você ainda se permite ser curioso?

Talvez essa pergunta toque algo aí dentro. Você ainda se permite ser curioso? Em meio às responsabilidades, às mudanças do corpo e às transformações da vida, muitas vezes deixamos a curiosidade adormecer. No entanto, ela é uma das forças mais bonitas do envelhecimento ativo. Ser curioso não tem idade. Pelo contrário, a curiosidade na terceira idade pode se tornar ainda mais rica, pois carrega experiência, maturidade e sensibilidade.

Quando falamos em curiosidade, não estamos falando de bisbilhotar a vida alheia. Estamos falando de interesse genuíno. De vontade de aprender. De desejo de ouvir o outro. Ou seja, trata-se de manter o coração aberto para o novo, mesmo quando já vivemos tanto. E talvez você se veja em alguma dessas situações.

A curiosidade na terceira idade fortalece o cérebro

Você ainda se permite ser curioso mesmo diante de novos desafios? Essa pergunta é mais importante do que parece. Estudos mostram que manter a mente ativa ajuda a preservar funções cognitivas como memória, atenção e raciocínio lógico. Quando você aprende algo novo, o cérebro cria conexões entre os neurônios. Isso é chamado de neuroplasticidade, que é a capacidade do cérebro de se adaptar e se reorganizar.

A curiosidade na terceira idade funciona como um exercício mental. Assim como caminhadas fortalecem as pernas, aprender algo novo fortalece a mente. Pode ser um curso online, uma receita diferente ou até aprender a mexer melhor no celular. Além disso, atividades intelectuais reduzem o risco de declínio cognitivo. Portanto, permitir-se ser curioso é também um gesto de cuidado com a própria saúde mental.

Imagine Dona Lúcia, de 72 anos, que decidiu aprender a usar aplicativos de vídeo para conversar com os netos. No começo, sentiu medo. Porém, ao se permitir ser curioso, ganhou autonomia e proximidade com a família. Pequenos passos fazem grande diferença.

Curiosidade é ponte para relações mais profundas

Ser curioso também é se interessar pelo outro. É ouvir com atenção. É perguntar e realmente querer entender. Muitas vezes, com o passar dos anos, acreditamos que já sabemos como as pessoas são. No entanto, cada fase da vida traz mudanças. Filhos amadurecem, amigos enfrentam desafios, vizinhos vivem histórias que desconhecemos.

Quando você ainda se permite ser curioso, cria conexões mais verdadeiras. Perguntas simples como “Como você está se sentindo hoje?” podem abrir portas emocionais importantes. Além disso, a curiosidade estimula a empatia, que é a capacidade de se colocar no lugar do outro.

Por outro lado, fechar-se para o novo pode gerar isolamento. E o isolamento, sabemos, não faz bem à saúde emocional. Assim, cultivar a curiosidade é também cultivar vínculos. É continuar presente na vida das pessoas que amamos. E viver bem passa muito por isso.

Você ainda se permite ser curioso no dia a dia?

Essa pergunta merece um espaço especial. Porque, às vezes, acreditamos que curiosidade é algo grandioso. Mas ela vive nos detalhes. Está no interesse por uma planta nova. No desejo de entender uma notícia. Na vontade de aprender uma palavra diferente.

Permitir-se ser curioso no dia a dia significa manter a mente aberta. É experimentar uma receita diferente. É perguntar ao neto como funciona aquele jogo no celular. Além disso, é aceitar que não sabemos tudo, mesmo depois de tantos anos de experiência.

Aqui vão algumas práticas simples para estimular a curiosidade na terceira idade:

  • Leia sobre um tema que você nunca explorou antes
  • Assista a documentários variados
  • Participe de grupos de conversa
  • Aprenda uma habilidade manual
  • Explore aplicativos educativos

Essas atitudes fortalecem o envelhecimento ativo. E, mais importante, trazem alegria.

Curiosidade e saúde emocional caminham juntas

A saúde emocional na terceira idade merece atenção especial. Muitas pessoas enfrentam perdas, mudanças na rotina e desafios físicos. Nesse cenário, a curiosidade pode ser um antídoto contra a apatia.

Quando você ainda se permite ser curioso, encontra novos motivos para se levantar da cama. Pequenos projetos pessoais dão sentido aos dias. Pode ser montar um álbum de fotos antigo e pesquisar a história da família. Pode ser começar a escrever memórias. Ou até aprender algo completamente novo.

Além disso, a curiosidade reduz pensamentos repetitivos e negativos. Ela direciona a atenção para possibilidades. E isso ajuda a combater sentimentos de tristeza prolongada. Ou seja, manter a curiosidade viva é uma forma de cuidar da própria alma.

Seu passado é rico. Sua experiência é valiosa. E justamente por isso, sua curiosidade pode gerar aprendizados ainda mais profundos.

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Como reacender a curiosidade depois dos 60 anos

Talvez você esteja pensando: “Eu já fui mais curioso. Hoje me sinto mais acomodado.” Isso é normal. A rotina pode nos deixar mais previsíveis. Porém, reacender a curiosidade na terceira idade é possível.

Primeiro, comece pequeno. Não tente mudar tudo de uma vez. Escolha algo que desperte leve interesse. Além disso, permita-se errar. Aprender envolve tentativa. Não há vergonha nisso.

Algumas estratégias práticas:

  • Estabeleça uma meta de aprendizado mensal
  • Converse com pessoas mais jovens sobre temas atuais
  • Busque cursos gratuitos em plataformas como https://www.coursera.org ou https://www.senac.br
  • Participe de atividades culturais na sua cidade
  • Experimente escrever perguntas em um caderno e buscar respostas

Essas atitudes criam movimento interno. E movimento gera vida.

Curiosidade e tecnologia podem ser aliadas

Muitas pessoas têm receio da tecnologia. Porém, ela pode ser uma grande aliada da curiosidade na terceira idade. A internet oferece acesso a cursos, palestras, museus virtuais e grupos de interesse.

Você ainda se permite ser curioso quando o assunto é celular ou computador? Mesmo que haja dificuldade inicial, aprender a usar novas ferramentas amplia horizontes. Além disso, fortalece a autonomia.

Por exemplo, plataformas como o YouTube oferecem aulas gratuitas de artesanato, culinária, história e música. Aplicativos de leitura disponibilizam livros digitais com letras ampliadas. Ou seja, a tecnologia pode ser um portal para novos interesses.

Não é preciso dominar tudo. Basta dar o primeiro passo. E lembrar que aprender algo novo é sempre possível.

O papel da curiosidade no envelhecimento ativo

O envelhecimento ativo envolve participação social, autonomia e aprendizado contínuo. Nesse contexto, a curiosidade na terceira idade é um pilar fundamental. Ela mantém a mente desperta e o coração engajado.

Quando você ainda se permite ser curioso, está dizendo à vida que continua aberto às experiências. Isso impacta sua autoestima. Afinal, aprender algo novo reforça a sensação de capacidade.

Além disso, a curiosidade estimula o senso de propósito. E propósito é combustível para dias mais leves. Não importa a idade. Sempre há algo a descobrir.

Talvez seja hora de se perguntar novamente, com carinho: você ainda se permite ser curioso?

Exemplos reais de curiosidade transformando vidas

Vamos olhar para histórias concretas. Seu Antônio, 68 anos, decidiu aprender violão após se aposentar. Nunca tinha tocado instrumento. No início, sentiu vergonha. Porém, persistiu. Hoje participa de encontros musicais no bairro e fez novos amigos.

Dona Marta, 74 anos, começou a pesquisar sobre a origem do sobrenome da família. Acabou montando uma árvore genealógica. Isso aproximou parentes distantes e fortaleceu vínculos.

Esses exemplos mostram que a curiosidade na terceira idade não é teoria. Ela transforma a rotina. Traz movimento. Gera encontros.

E talvez você tenha uma história parecida guardada aí dentro.

Pequenos exercícios diários para manter a mente aberta

Para terminar, quero deixar práticas simples que podem ser incorporadas na rotina:

  • Faça uma pergunta nova por dia
  • Observe detalhes que antes passavam despercebidos
  • Converse com alguém fora do seu círculo habitual
  • Leia um artigo sobre um tema diferente
  • Escreva reflexões sobre o que aprendeu

Esses exercícios estimulam a curiosidade na terceira idade de forma leve e constante. Além disso, ajudam a manter o cérebro ativo e o coração interessado.

Permitir-se ser curioso é um ato de coragem suave. Não exige grandes revoluções. Exige apenas abertura. Você ainda se permite ser curioso? Se a resposta for sim, celebre. Se for não, saiba que sempre é tempo de recomeçar.

A curiosidade na terceira idade é uma ponte para o aprendizado contínuo, para relações mais profundas e para um envelhecimento ativo mais saudável. Ela mantém viva a vontade de ouvir, aprender e trocar.

Que a gente nunca perca esse brilho no olhar. Porque viver bem também passa por aí.

Perguntas para você refletir

Você tem aprendido algo novo ultimamente?
Existe um assunto que sempre despertou seu interesse?
O que impede você de se permitir ser curioso hoje?

Compartilhe nos comentários. Sua experiência pode inspirar outras pessoas.

FAQ

  • Curiosidade na terceira idade ajuda a prevenir problemas de memória?
    Sim. Manter a mente ativa estimula conexões cerebrais e contribui para a saúde cognitiva.
  • É tarde para aprender algo novo depois dos 70 anos?
    Nunca é tarde. O cérebro mantém capacidade de aprendizado ao longo da vida.
  • Como vencer o medo de errar ao aprender algo novo?
    Comece pequeno, aceite o processo e lembre-se de que errar faz parte do aprendizado.
  • Tecnologia pode estimular a curiosidade?
    Sim. Ela oferece acesso a conteúdos educativos, cursos e conexões sociais.

TIC

Imagem: Freepik

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